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12.9.14
3.9.14
Leona Vingativa
Pra quem não conhece essa moça, olha ai o vídeo de estreia dela nas redes sociais.
Pra quem já conhece, olha a bixa fechativa que ela virou *o*
22.8.14
18.10.13
Homenagem a Carl Sagan
Texto escrito no blog Um Sábado Qualquer:
É a primeira vez que coloco no blog um quadrinho que não é meu, mas necessitava compartilhar esse que achei muito bom! É um blog em inglês chamado Zenpencil onde ele faz quadrinhos com textos famosos (muita vontade de fazer algo assim). O texto do quadrinho abaixo trata-se do cientista, astrônomo e astrofísico Carl Sagan. Fiz questão de traduzir para vocês.

Carl Sagan, é considerado um dos divulgadores científicos mais carismáticos e influentes da história. Possui mais de 600 publicações cientificas e é autor de mais de 20 livros. Em uma época em que as belezas do universo não era tão divulgadas se restringindo aos cientistas e astrônomos, Sagan sempre tentava divulgar as grandes descobertas de uma maneira simples e acessível. A partir desse ponto, ele lançou a série “cosmos” em 1980. São 15 episódios onde Sagan explica para o mundo as belezas e mistérios do universo segundo a ciência moderna.
Aqui você curte uma pequena parte da série “cosmos” com seu famoso monólogo sobre o nosso planeta, o pálido ponto azul (vale a pena ver):
Aproveitando, já que estamos falando sobre o universo, vale a pena acessar o site abaixo.
Nele, você irá fazer uma viagem em nossa galáxia! Apenas uma em um mar de trilhões de outras. Clique na imagem e faça uma boa viagem.
Nele, você irá fazer uma viagem em nossa galáxia! Apenas uma em um mar de trilhões de outras. Clique na imagem e faça uma boa viagem.
16.8.13
Razões pelas quais a história do mundo deveria ser dividida entre Antes do É o Tchan e Depois do É o Tchan
Com eles todos aprenderam a segurar e a amarrar o tchan
Transformaram a garrafa num signo sexual
Vi la no Liga dos baianos
Esse post tem um oferecimento para Yoshi, Suco, Horts e Yoko AUSHUSHUASHH'
28.6.13
A homossexualidade segundo um livro infantil alemão
Enquanto a gente não sabe se ri ou se chora com a tal Cura Gay, um livro infantil alemão dá uma aula sobre amor, humanidade e consciência. A tradução da postagem original foi feita em inglês, traduzirei aqui para o português. Começa assim: "No ano passado mamãe e papai se divorciaram. Papai agora vive com o seu amigo"
Papai e seu amigo Frank estão vivendo juntos. Eles trabalham juntos,
Comem juntos, dormem juntos,
Se barbeiam juntos e as vezes até brigam um com o outro.
Mas no fim sempre fazem as pazes. Frank também me ama.
Ele me conta piadas, assim como papai costuma fazer. Ele pega insetos para o meu projeto de ciência da escola.
Ele lê histórias para mim e me faz sanduíches,
... e me acalma quando tenho um pesadelo. Nos feriados
No zoológico, na praia,
trabalhamos juntos no jardim e cantamos músicas ao anoitecer.
Minha mãe diz que Frank e meu pai são homossexuais. A princípio eu não entendi direito, mas ela me explicou.
Homossexualidade é apenas um outro tipo de amor, e amor é a única maneira de ter felicidade.
Papai e seu amigo são felizes juntos, e assim eu sou feliz também.
Vi lá no: Ideia Fixa
15.4.13
12.4.13
13.2.13
#
"Claudia está no paredão do BBB! Renata está no sofá de sua casa. Claudia já arruma as malas. Renata prepara a janta. Claudia se lamenta com outros participantes. Renata gostaria de ter com quem se lamentar. Claudia e os demais participantes (no sofá) conversam com Bial. Renata está tensa. Claudia pede torcida. Renata torce. Bial anuncia a saída de Claudia da casa. Renata, triste de verdade, lamenta a saída. Claudia abraça Bial, lá fora. Renata ainda lamenta. Claudia vai conversar com internautas num chat. Renata desliga a TV e, se lamentando, vai dormir. Dia seguinte, Claudia é convidada a posar nua. Renata no dia seguinte é convidada a comparecer no RH. Está demitida. Claudia aparece em vários programas da TV. Renata só na agência de empregos. Claudia começa a namorar com um ator de uma emissora. Renata ainda procura emprego. Claudia rompe relação com o ator. Renata rompe um nervo, e agora tem dificuldades para caminhar. Claudia pouco a pouco vai deixando de aparecer na TV. Renata, endividada, precisa vender a TV. Claudia investe mal o dinheiro que o programa lhe proporcionou. Enfim, Renata consegue um emprego, mas ganha mal. Claudia cai no anonimato. Renata continua no anonimato. Claudia não está no novo BBB. Renata nem lembra dos participantes do último BBB!"
27.1.13
A incrível transformação de um cara que não desistiu
#Confesso que chorei e ainda choro vendo esse vídeo. Uma parte é pela trilha sonora de Coldplay que sempre me põe em lagrimas quando eu menos quero chorar e a segunda é pelo orgulho pela superação desse cara
10.1.13
11.7.12
#
"Aqueles que conseguem enxergar fora da caixa, acabam encontrando as mulheres mais autênticas, mais parceiras, mais interessantes, enquanto os outros seguem a ver navios e espalham pra geral que as mulheres de hoje em dia não querem nada com nada. Bobinhos. Eles nem desconfiam que para encontrá-las, basta tirar a venda e enxergar além do óbvio. Melhor pra gente."
10.7.12
4.7.12
Meu preconceito e o de cada um
Nasci no Recife, Pernambuco, Brasil. Fui criado no Recife, por uma familia da classe média recifense.
Estudei no Recife, boa parte da vida num colégio religioso católico, do qual guardo boas lembranças e algumas amizades.
Meus colegas de infância, em especial os da escola, eram quase todos da classe média branca recifense.
Conto nos dedos os negros de minha infância com quem tive amizade . Meus cabelos cacheados, nem os conhecia. Eram mantidos curtos, como deve ser tratado o “cabelo ruim”. Talvez por isso achasse tanta graça nas piadas racistas que colecionava junto com um dos meus melhores amigos que hoje segue carreira no mundo jurídico.
Também cabem nos dedos (de uma mão) os colegas homossexuais que tiveram a coragem e a arrogância de sair do armário na adolescência.
“Não me importo que dê a bunda. Só não venha falar comigo, senão leva um murro”. Não dá pra contar as vezes que ouvi essa frase nas turmas por onde andei. Não nego que já tenha dito algo parecido naqueles dias.
Pobres pobres mesmo, não me recordo de conviver além de algumas crianças que brincavam na rua do meu bairro. Por eles nutria uma admiração secreta (por serem livres) e um medo terrível (por serem pobres, sujos e negros). Fora isso, não lembro mesmo.
Mas lembro que na casa da minha avó, modesta e sem luxos, havia dois copos americanos que a gente não podia usar. Eram exclusivos da empregada doméstica e/ou da lavadeira que ia por lá uma vez por semana.
Na televisão, antiga companheira, sempre aprendi a rir da mulher burra e gostosa, do negro alcoólatra, do gay escrachado ou mesmo do nordestino caricato.
Foi apenas no ensino médio, estudando numa escola pública, que comecei a perceber a diversidade que havia na cidade em que vivia. Do tanto de vida, de inteligência e de amor que estavam (para mim) escondidos dentro de um espectro que eu não imaginava existir.
Demorei muito tempo para perceber que somos, sim, homofóbicos e machistas.
Que quem não esconde o amor pelo mesmo sexo tem, sim, dificuldades de sobreviver na escola ou no trabalho. Que às vezes, por isso, morrem.
Que mulheres ganham menos pelo mesmo trabalho feito pelos homens. Que lhes são negadas liberdades e direitos já consolidados no mundo masculino. Que às vezes, por isso, morrem.
Demorei muito a perceber que somos, sim, racistas. Que mesmo negros ou índios pobres têm menos oportunidades e sofrem mais violência que brancos pobres.
A me convencer que somos, sim, racistas, machistas, classistas e homofóbicos.
Sim, somos. Inclusive negros e índios. Inclusive mulheres. Inclusive pobres. Inclusive lésbicas, gays, transexuais e transgêneros.
E isso não é legal. E eu não sou diferente.
Afinal de contas, nascemos e crescemos dentro de contextos bastante parecidos. De um lado ou do outro. Ou ainda do outro ou do outro. Mesma cidade, mesmo estado, mesmo país, mesmo mundo. Mesma humanidade.
No caminho, eu vi que a luta por direitos à qual decidi me juntar também prevê uma batalha interna por crescimento e auto-conhecimento diários.
E que a transformação dessas descobertas e ansiedades em ações concretas me coloca dentro de um ciclo virtuoso do qual eu tenho alegria e orgulho em participar.
A patrulha não me incomoda. Acho massa.
Patrulhemo-nos a todos, então.
Sempre começando por nós mesmos.
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